Então vem... volta aos meus braços e devolve-me o abraço que te dei antes de partir.
Vem... meu corpo, pobre isca de conquistas, anda sem perfume por não mais esbarrar no teu.
Vem... o calor ínsita a novos beijos, convida a certos desejos que devemos compartilhar.
Minha cama anda arrumada, meus livros na estante e a caneta descansa sobre folhas rabiscadas que negas o ínfimo ato de ler.
Certo... é muito grande a saudade que sinto, são muitas as folhas que joguei no lixo, mas ainda resisto à distância e apesar da saudade ainda durmo lendo os versos amados que um dia recebi de tuas mãos.


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